A Insanidade neopentecostal avança

Após o grande terremoto de 2010 o líder evangélico estadunidense Pat Robson delcarou que esse sismo e todas as calamidades enfrentadas pelo Haiti seriam um castigo divino em resposta ao "pacto com o demônio" que os haitianos haviam assinado para lograr sua independência (os escravos haitianos fizeram sua própria rebelião e independência no início do século XIX).

Não sendo necessária nenhuma crítica contra a declaração desse lunático, pois todo cidadão sano percebe a insensatez dessas palavras, resta alertar:

O mentecapto Pat Robson é um dos ídolos religiosos de Bolsonaro, o atual presidente se encontrou com o tal pastor esse ano nos Estados Unidos.

A insanidade neopentecostal avança a passos largos no Brasil.

9 poderosos símbolos cristãos eternizados nas catacumbas

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As catacumbas romanas são galerias subterrâneas que formam verdadeiros labirintos de vários quilômetros. Dentro delas, os primeiros cristãos, perseguidos pelo Império Romano, enterravam os seus mártires e, excepcionalmente, realizavam alguns ritos litúrgicosna clandestinidade.
A origem da palavra “catacumba” é incerta, mas uma das possibilidades mais apontadas é que o termo venha do grego κατά (abaixo) e τύμβoς (túmulo). Outros estudiosos a consideram uma palavra híbrida formada pelo grego κατά e pela raiz latina –cumbo, que significa “jazer”, “estar deitado”.
São famosas, particularmente, as catacumbas de São Calixto, Santa Domitila, São Sebastião e Santa Priscila. Na de São Sebastião, por exemplo, há fragmentos de pratos usados por ninguém menos que São Pedro e São Paulo, entre outras relíquias preciosíssimas.
Com o Edito de Milão, no ano de 313, terminou oficialmente a perseguição contra os cristãos, que puderam começar a construir igrejas e adquirir terrenos para novos cemitérios. As catacumbas, porém, continuaram sendo usadas até o século V. Pouco a pouco, foram perdendo relevância e caindo quase no esquecimento até serem redescobertas por operários em 1578.
Os desenhos e símbolos gravados nas suas paredes chegam a ser verdadeiras obras de arte, repletas de significado cristão.
Para conhecer alguns dos mais importantes, clique no botão “Abrir a galeria de fotos“:

Qual era o sabor da cerveja consumida pelos personagens bíblicos?

Pesquisadores conseguiram chegar perto das características originais da bebida popular entre os personagens da Sagrada Escritura

Depois de reunirem amostras de leveduras extraídas de potes de barro das escavações arqueológicas israelitas, um grupo de biólogos, arqueólogos e cervejeiros elaboraram a fórmula da cerveja que pode ter sido consumida pelos personagens bíblicos. As leveduras estavam inativas milhares de anos. 
Durante o complicado experimento, os cientistas conseguiram isolar seis tipos diferentes de levedura. As amostras foram colhidas em locais provavelmente habitados por filisteus, cananeus, egípcios e judeus no mundo antigo. 
A equipe utilizou métodos de identificação e imagem de alta tecnologia, incluindo o registro da sequência de DNA de cada amostra. De acordo com o artigo publicado no mBio Journal, cada cerveja tem uma fragrância única. 
“Estamos falando de um verdadeiro avanço. É a primeira vez que conseguimos produzir álcool antigo a partir de levedura antiga. Isso nunca foi feito antes”, disse o Dr Yitzhak Paz, arqueólogo da Autoridade de Antiguidades de Israel. 
O Dr. Ronem Hazan, microbiologista que iniciou o estudo, considera que colaborar com os arqueológicos foi a realização de um sonho: “Foi divertido para nos trabalhar em um ambiente tão multidisciplinar formado por biólogos, arqueólogos e loucos fabricantes de cerveja – sem contar também toda a cerveja [que experimentamos] e a diversão junto com a pesquisa”.  
No mundo antigo, o consumo de cerveja era generalizado e indiscriminado. Ricos e pobres de todas as idades tomavam a bebida. 
Em relação à autenticidade dos antigos sabores da cerveja, Hazan admitiu: “É muito complicado afirmar. Além do fato de termos utilizado ingredientes modernos, leva-se em conta que conseguimos isolar poucas leveduras das muitas que existiam na matriz original. Portanto, não sabemos qual era exatamente o sabor”. 
Hazan acredita, entretanto, que os pesquisadores vão conseguir um sabor mais preciso ao agregar um screening genético ao método de isolamento, o que poderia dar mais pistas sobre os outros ingredientes que havia nas cervejas.  
Mas Paz conclui: “O certo é que o ingrediente mais importante (a levedura) é antiga e, como o produto ficou muito próximo das cervejas conhecidas hoje na Etiópia e em outros lugares, acreditamos que o sabor que obtivemos é muito similar – se não idêntico – ao da antiguidade.”
Hazan mencionou também que a equipe está estudando a ideia de engarrafar a “nova” cerveja para o consumo mundial. Se eles encontrarem os sócios adequados, logo todos nós poderemos ter a oportunidade de experimentar os sabores bíblicos.

Fonte: Aleteia.pt/arqueologia

Cidade de 10 mil anos é descoberta perto de Jerusalém

Assentamento data do neolítico e funcionou antes do Stonehenge e das pirâmides do Egito
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esquisadores descobriram, perto de Jerusalém, um assentamento de mais de 10 mil anos, que data da Idade da Pedra e foi ativo antes do Stonehenge e das pirâmides do Egito. O local, que serviu como zona de troca e comércio para seus habitantes, fica a 5 quilômetros da capital de Israel e é uma das maiores descobertas do tipo no país.

“É a maior escavação desse período no Oriente Médio, o que permitirá que a pesquisa avance além do que temos hoje, somente pelo material que somos capazes de salvar e preservar nesse sítio arqueológico”, afirmou Lauren Davis, arqueóloga que está conduzindo a escavação, à Reuters.
Escavações revelam a cidade de mais de 10 mil anos, em Jerusalém.  (Foto: Israel Antiquities Authority)
Quando o assentamento se formou,  era relativamente pequeno, ocupando apenas cerca de um acre (4046,86 metros quadrados), mas depois foi se expandindo por 1,5 mil anos, chegando a marca de 100 acres. Um centro urbano também surgiu com edifícios para rituais.
“É uma peça que muda o jogo, um sítio arqueológico que irá drasticamente alterar o que sabemos sobre o neolítico”, contou Jacob Vardi, um dos pesquisadores, ao jornal local The Times of Israel.

"Miçangas" encontradas no assentamento do neolítico  (Foto: Israel Antiquities Authority)
Os arqueólogos encontraram artefatos como braceletes e medalhões que evidenciam os costumes exóticos dos antigos habitantes. Muitos objetos feitos de um tipo desconhecido de pedra foram encontrados em tumbas, assim como itens de rochas vulcânicas da Ásia Menor e conchas do Mar Mediterrâneo. “Esses presentes testemunham o que estava já ocorrendo na antiguidade e mostra que os residentes já tinham relações de troca com locais”, afirmaram os pesquisadores. 
As escavações ainda revelaram partes de flechas e materiais de caça como machados e tipos de lanças. Os especialistas acreditam que algumas ferramentas eram usadas para a agricultura – no local eram plantados trigo, feijão e cevada. Além disso, eram criados porcos, vacas e cabras. No entanto, a população nem sempre foi especializada em atividades de fazenda e antes de se tornar sedentária, a comunidade era composta de caçadores habilidosos.

Apocalipse - O Reino Presente - Capítulo 3 - Igreja de Laodiceia


A origem europeia dos filisteus


Ninguém que conheça a narrativa histórica da Bíblia terá dificuldade em lembrar os constantes conflitos entre israelitas e filisteus, que ocupavam parte da terra prometida aos israelitas, com especial ênfase no desproporcional duelo entre o jovem israelita Davi e o gigante filisteu Golias, e que o futuro rei de Israel ganhou com o simples lançamento de uma pedra contra a testa do inimigo que constantemente provocava o exército de Israel.
 
Os leitores da Bíblia estão assim bem familiarizados com aquele povo filisteu, sempre atacando e prejudicando Israel no seu direito à posse da Terra da Promessa. 
 
Segundo o relato bíblico, os filisteus ocupavam há 3 mil anos as cidades de Asquelon, Gaza, Ashdod, Gat e Ecron, tendo os israelitas de lhes pagar taxas anuais, não podendo ainda carregar quaisquer armas. Foram os reis Saul, o seu filho Jônatas, Davi, e Ezequias, para além de Josué e Sansão os grandes heróis que conseguiram durante algum tempo derrotar estes invasores filisteus. 
 
MENCIONADOS 286 VEZES NA BÍBLIA
 
A palavra hebraica para filisteus -"Plishtim" - está mencionada 286 vezes na Bíblia. Só que, deu-se um súbito desaparecimento das menções a este povo, julgando-se que tenham desaparecido sem deixar qualquer rasto, excepto algumas peças de cerâmica. Os filisteus não são mencionados na Bíblia como um dos povos a serem erradicados de Canaã, também não são mencionados entre as 10 nações que os descendentes de Abraão deslocaram de Canaã, muito menos estão mencionados na lista das nações que Moisés disse que o seu povo iria conquistar. No Livro do Êxodo pode ler-se que Deus desviou os israelitas da rota que os levaria ao encontro com os filisteus à saída do Egipto.
 
POUCO CONHECIMENTO SOBRE AS ORIGENS
 
O que muito pouco se sabia até agora era a real origem daquela gente. Desde há muito que se vinha especulando sobre a sua origem de além mar, provavelmente da ilha grega de Creta. 
 
Novas descobertas agora confirmadas por uma equipa de arqueólogos e cientistas ligados ao "Instituto para a Ciência da História Humana Max Planck", sediado em Jena, Alemanha, liderados pelo pesquisador de genética arqueológica, e realizadas através do estudo dos genomas de 10 esqueletos de filisteus do antigo porto de Asquelon, e que ali viveram há 3.000 - 3.500 anos, vieram provar que os filisteus eram um povo de origem europeia que terão emigrado em massa para as regiões costeiras do atual Israel. 
 
A equipa foi ainda assessorada por pesquisadores do "Wheaton College", dos EUA, da Universidade Harvard, do Museu Semítico de Harvard, e ainda da Universidade de Munique, na Alemanha e da Universidade Nacional de Seul, na Coreia do Sul. 
 
NOVAS DESCOBERTAS
 
Estas novas descobertas, resultantes do trabalho arqueológico conduzido por peritos ao longo de décadas foram agora publicadas na revista "Science Advances", sob o título: "Antigo ADN traz luz sobre as origens genéticas dos filisteus da antiga idade do bronze."
 
Estas pesquisas apoiam a hipótese de uma alteração cultural iniciada por uma grande migração de um povo geneticamente distinto - provavelmente um grupo de navegadores europeus - até Asquelon, e aponta para as potenciais explicações sobre o facto de esta região ter sofrido uma dramática mudança cultural durante a transição da Idade do Bronze para a Idade do Ferro (12º século a.C.)
 
"Fizemos a sequência dos genomas de pessoas que viveram há 3.000 anos na cidade filistéia de Asquelon" - afirmou a equipa num video, acrescentando: "Nos séculos 12 e 13 a.C., os impérios colapsaram. A maior parte da civilização entrou em colapso. Cem anos depois, quando as pessoas acordaram, viam um mundo completamente diferente. Um dos grupos que notaram foram os filisteus. Eles eram os grandes inimigos dos israelitas. De onde é que eles vieram? Que lhes aconteceu?"
 
Os filisteus desapareceram de facto por volta do ano 800 a.C.
 
A partir daí, não se encontrou mais genética de filisteus naquela região de Israel. 
ORIGEM EUROPEIA
 
A evidência do DNA nos esqueletos examinados demonstraram origens que anteriormente não se visionavam:"Detectámos que uma porção substancial da sua ancestralidade derivou de uma população europeia. Os predecessores dos filisteus devem ter atravessado o Mar Mediterrâneo e alcançado Asquelon no final da Idade do Bronze, ou no início da Idade do Ferro."
 
Já no início do século 20 arqueólogos haviam verificado que alguns estilos da cerâmica filisteia nas cidades ocupadas pelos filisteus se identificava com o estilo da época da antiga Grécia. 
 
O ADN dos esqueletos comprovou assim que os filisteus tiveram uma origem diferente dos povos que já anteriormente viviam naquelas regiões, sugerindo assim uma "invasão" de povos do exterior, tal como se encontra narrado na Bíblia.
 
Pensa-se assim que os filisteus terão tido origem nas regiões do Sul da Europa, talvez nos então conhecidos "povos do mar."Segundo muitas opiniões, a origem terá sido a ilha grega de Creta.
 
A verdade é que pouco ou nada restou do DNA filisteu no período da Idade do Ferro. 
 
NADA A VER COM OS PALESTINOS
 
Estas descobertas comprovam mais uma vez a mentira da alegada ligação dos filisteus aos modernos palestinos. É uma narrativa viciada e alimentada pela mentira conveniente aos palestinos e a todos aqueles que tentam por tudo negar qualquer ligação do povo judeu à sua Terra, alegando que os palestinos seriam de fato descendentes dos antigos povos daquelas regiões. Uma mentira facilmente desmontada e evidenciada pelas descobertas científicas.
 
Shalom, Israel!

Descoberta de cidade perdida pode desvendar história do rei Davi

Durante décadas, especialistas procuram a furtiva área de Ziclague, escrita na Bíblia como tendo sido refúgio para Davi concedido pelo rei dos Filisteus, Aquis.
Pesquisadores da Universidade Hebraica, da Autoridade de Antiguidades de Israel e da Universidade de Macquarie da Austrália encontraram na área de Kiryat Gat, restos de um povoado onde o futuro rei Davi havia se refugiado do rei Saul.
A partir desse ponto, conhecido como Ziclague, Davi seguiu trajetória até Hebron, onde foi coroado como rei.
Na área, arqueólogos encontraram dezenas de artefatos de cerâmica de mais de 3.000 anos de idade.
As escavações começaram em 2015 na cidade de Khirbet a-Ra'i, uma área localizada no deserto da Judeia. As escavações ocorreram em uma área de aproximadamente um quilômetro quadrado, onde os destroços de Ziclague foram descobertos.
O nome diferenciado do local pertence a uma linguagem canaanita-semítica, além de ser um nome filisteu, que foi outorgado por um povoado de imigrantes vindos do mar Egeu, informa o The Times of Israel.
Como prova de que a área seja dos tempos dos filisteus, entre os séculos XII e XI a.C., há grandes estruturas de pedra, revelando detalhes sobre a civilização filisteia. Além de haver depósitos e tigelas de cerâmica, encontrados debaixo das estruturas dos prédios, acreditando que foram colocados no local para atrair boa sorte nas construções.
A descoberta ocorreu em outra comunidade rural da era do rei Davi, sendo destruída depois de um intenso incêndio.
Alguns dos utensílios de cozinha foram encontrados em diversas salas e são iguais aos encontrados na cidade de Khirbet Qeiyafa, conhecida na Bíblia como Shaaraim.
Fonte: Sputnik

Cidade bíblica de Ziclague é descoberta por arqueólogos

Então lhe deu (a Davi) Aquis naquele dia a cidade de Ziclague. Pelo que Ziclague pertence aos reis de Judá até ao dia de hoje. E todo o tempo que Davi permaneceu na terra dos filisteus foi um ano e quatro meses" - 1 Livro do profeta Samuel 27:6-7.
 
A meio das suas dramáticas fugas do ódio e inveja do ainda rei Saul, o futuro grande rei de Israel, Davi, viu-se obrigado a se refugiar na região dos inimigos de Israel, os filisteus. Tendo achado graça aos olhos do rei filisteu Aquis, o futuro rei pediu-lhe uma cidade de refúgio onde se pudesse proteger das intermináveis perseguições do rei de Israel. Aqui, o rei de Gate, concedeu-lhe então não só abrigo na cidade de Ziclague, como lhe ofereceu a própria cidade em si.
 
DESCOBERTA PELOS ARQUEÓLOGOS 
 
Após décadas de buscas e mais buscas, os arqueólogos conseguiram finalmente encontrar e escavar a cidade bíblica de Ziclague, por diversas vezes mencionada nos textos sagrados do Velho Testamento, prevendo-se que esta incrível descoberta venha inflamar o antigo debate sobre a historicidade do rei David, que alguns incrédulos continuam teimosamente a pôr em causa.
 
Os arqueólogos e os peritos no local fizeram análises aos artefatos achados no local desde 2015 através do método do carbono 14, tendo hoje anunciado que o sítio arqueológico agora chamado de Khirbet a-Ra'i, nas colinas da Judéia, será de facto a antiga cidade refúgio do rei Davi, que dali subiria ao trono em Hebron. 
 
A cidade bíblica de Ziclague situa-se entre Qiryat Gat e Laquis. 
 
Segundo um comunicado conjunto feito à imprensa pela Universidade Hebraica de Jerusalém e a Autoridade para as Antiguidades de Israel, os arqueólogos descobriram as ruínas de uma povoação filistéia, datando dos séculos 12 - 11 a.C., que se transformou numa povoação rural no século 10 a.C., o que é confirmado pelos relatos bíblicos. O método de datação carbono 14 apoia o período e a identificação sugeridos pelos arqueólogos.
 
BASE MILITAR DO FUTURO REI DAVI
 
Segundo o credível relato bíblico, Davi instalou-se durante 14 meses em Ziclague sob a protecção do rei filisteu Aquis de Gat, com 600 homens e suas famílias, usando a cidade como base para atacar cidades vizinhas. 
 
A cidade foi mais tarde atacada e incendiada pelos amalequitas, atraindo a ira de David, que os arrasou por completo.
 
Segundo o comunicado à imprensa, para além da transição cultural entre as construções dos filisteus e o provável acampamento israelita, a povoação da época de Davi revela os restos de um intenso incêndio que a teria queimado por completo.
 
O Livro de Neemias menciona mais tarde Ziclague como base para os judeus que retornaram da Babilonia.
 
UMA PROCURA DE DÉCADAS
 
Ao longo destas últimas décadas os arqueólogos têm procurados sinais da antiga Ziclague, tendo sido sugeridos vários locais prováveis, sem que no entanto se tenha chegado a um consenso acadêmico. Os outros locais propostos acabaram por ser deixados de lado pelo facto de não existirem ali sinais da transição entre os traços da cultura dos filisteus e da presença de israelitas dos dias de Davi, ou ainda por falta de evidências das extensas ruínas provocadas pelos amalequitas, tal como a Bíblia relata.
 
Segundo os arqueólogos responsáveis por esta expedição, o israelita professor Yosef Garfinkel e o australiano Dr. Gil Davis, o sítio agora denominado Khirbet a-Ra'i apresenta todos os requisitos necessários para a sua identificação com Ziclague.
 
De acordo com o comunicado conjunto hoje editado, após 7 períodos  sazonais no local em que cerca de 1.000 metros quadrados foram escavados, a equipa arqueológica encontrou evidências de uma povoação da época dos filisteus - 12 - 11 séculos antes de Cristo - entre as quais se encontraram enormes estruturas em pedra e artefactos típicos da cultura dos filisteus, incluindo cerâmica estilizada em depósitos por debaixo de pavimentos de edifícios. 
 
Esses artefactos, para além de ferramentas em pedra e em metal, são semelhantes aos encontrados em outras cidades filisteias, tais como Ashdod, Asquelon, Ecron e Gate.
 
Os arqueólogos descobriram até agora nas escavações cerca de 100 vasos completos de cerâmica utilizados para entre outras funções armazenar vinho e azeite.
 
De acordo com o arqueólogo e perito israelita Garfinkel, os vasos e as tigelas decorados com aquele tipo de polimento manual são típicas do período do rei Davi. 
 
ORIGEM FILISTÉIA
 
O nome Ziclague é de origem filistéia e não tem raízes nas línguas semíticas. Um estudo recente comprova a origem europeia dos filisteus, que terão emigrado para as costas ocidentais de Israel em tempo de crise e de guerras locais.
 
Mais uma vez...a Bíblia confirmada pela ciência.
 
Shalom, Israel!

Aberto o "caminho dos peregrinos" por onde Jesus caminhou em Jerusalém

Este fim de semana foi profícuo em sensações na Cidade santa de Jerusalém: o antigo caminho percorrido pelos peregrinos judeus, que os levava desde os banhos rituais no Tanque de Siloé até ao Templo foi finalmente escavado e em breve aberto ao público em geral.
 
Tive o privilégio de fazer essa cansativa subida em Agosto passado juntamente com um grupo que levei a Israel, e, apesar do esforço e da umidade, todos sentimos a emoção de caminhar e pisar nas mesmas pedras que tantos milhões de judeus pisaram ao longo de séculos, e, muito em especial para nós cristãos, a sensação de caminharmos com toda a certeza pelo mesmo caminho trilhado tantas vezes pelo Messias Jesus quando subia ao Templo.
 
A verdade é que esta nova estrutura arqueológica, cuja descoberta e escavações já têm suscitado a habitual ira dos palestinos e até da Jordânia, é mais uma incontestável prova da ligação histórica e espiritual dos judeus à Cidade santa de Jerusalém.
 
UMA DESCOBERTA "ACIDENTAL"
 
Tal como tantas vezes acontece no mundo da arqueologia, esta descoberta aconteceu "casualmente", sem que ninguém esperasse encontrar tão grande preciosidade arqueológica e histórica debaixo do solo da povoação palestina de Siloé, a atual Cidade de Davi.
 
Tudo começou em 2004. O rebentamento de uma conduta de esgoto no bairro árabe de Siloé, na parte sul de Jerusalém, levou o município a enviar uma equipa técnica ao local para reparar o estrago, acompanhada por uma equipa de arqueólogos, como sempre acontece com qualquer escavação ou obra realizada em Jerusalém e nos arredores.
 
À medida que os trabalhos de reparação progrediam, os trabalhadores tropeçaram em cima de uns enormes e largos degraus algumas dezenas de metros acima do tanque de Siloé - o antigo tanque de água onde os peregrinos judeus mergulhavam antes de iniciarem a ascensão religiosa até ao Templo, até à sua destruição no ano 70 d.C. Os degraus então encontrados eram em tudo semelhantes aos que conduziam aos portões de Hulda, um conjunto de entradas atualmente bloqueadas ao longo do muro sul do Monte do Templo. 
 
A descoberta do tanque de Siloé conduziu a outro achado monumental: o canal central de drenagem de água que servia a antiga Jerusalém. Esse canal é o túnel que os visitantes da Cidade de Davi percorrem atualmente. iniciando em baixo, junto ao tanque de Siloé e subindo até junto do Muro Ocidental, numa caminhada de cerca de 45 minutos. 
 
Esta nova descoberta foi denominada de "caminho dos peregrinos", uma vez que os arqueólogos estão convencidos que este é o caminho que milhões de judeus trilhavam três vezes ao ano em cumprimento ao mandamento de subir à Cidade santa de Jerusalém para trazerem sacrifícios a Deus nas três principais Festas judaicas: Páscoa, Pentecostes e Tabernáculos. 
 
DESDE O TANQUE DE SILOÉ ATÉ AO TEMPLO
 
Este"caminho dos peregrinos"percorre todo o trajeto desde o tanque de Siloé  até à área adjacente ao Muro Ocidental conhecida como "arco de Robinson", onde ainda hoje se podem ver as ruínas da antiga escadaria de pedra que ascendia ao Templo.
 
O historiador judeu-romano Tito Flávio Josefo, que viveu no 1º século d.C., escreveu que cerca de 2,7 milhões de pessoas costumavam visitar Jerusalém durante as épocas festivas, trazendo com elas cerca de 256.000 ofertas para sacrifício.
 
Segundo Doron Spielman, vice-presidente da "Fundação Ir David", quase todos os peregrinos judeus teriam entrado na Cidade por este caminho. E era certamente por este mesmo caminho que Jesus caminhava durante o período do Segundo Templo, para além de muitos outros judeus famosos daquela época.

"O CORAÇÃO DO POVO JUDEU"
 
"Este lugar é o coração do povo judeu, e é como o sangue que corre nas nossas veias"- exclamou Spielman. Realmente, percorrer este caminho nos dias de hoje leva-nos a imaginar o que seria há 2 mil anos o movimento ruidoso e alegre de tantos judeus com a suas crianças no colo, subindo aqueles degraus e ansiando entrar no recinto do Templo...
 
Spielman acrescentou ainda que "não se pode amputar o coração."
 
Ao longo do caminho havia lojas de um lado e outro, provavelmente vendendo cabedais, lã, sementes, mel, vinho...tudo com o habitual regateio. Algumas dessas lojas já foram escavadas e trazidas à luz do dia.
 
Ao lado de umas escadas escavadas no caminho, os arqueólogos encontraram o que restou de uma palmeira queimada, uma árvore infrutífera que certamente serviria para trazer a ansiada sombra para os peregrinos.
 
"Para entender Jerusalém, você tem de estar aqui" - afirmou Spielman, acrescentando: "Fomos exilados no ano 70 d.C., orávamos três vezes ao dia e estabelecemos um estado. O derradeiro suspiro dos judeus foi mesmo aqui, por baixo de nós."
 
Spielman salientou ainda a existência de algumas cinzas negras encontradas ao longo do caminho e mencionou ainda as milhares de moedas que os arqueólogos escavaram e que têm gravadas as palavras "Sião Livre."
 
"Este era o grito de guerra durante a guerra contra os romanos" - explicou, acrescentando: "Em vez de pontas de lanças, eles faziam moedas, uma vez que sabiam que não podiam derrotar os romanos, mas as moedas ficariam para os que um dia voltassem."
 
UM LONGO E CANSATIVO TRABALHO DE ESCAVAÇÃO
 
A equipa de arqueólogos tem estado a trabalhar 24 horas por dia nestes últimos meses para ligar a parte escavada do caminho ao tanque de Siloé. É um trabalho fastidioso e demorado, com cada palmo sendo reforçado com pilares de aço de forma a proteger a cidade.
 
Vários milhões de dólares já foram investidos neste projeto, e apesar de o estado financiar uma parte do mesmo, a maior parte vem de dádivas individuais e de fundações.
 
Espera-se que quando o caminho abrir oficialmente ao público daqui a alguns meses, cerca de um milhão de turistas o percorram anualmente.

"MUITO IMPORTANTE PARA OS EUA"
 
Indiferente às críticas habituais dos palestinianos, o embaixador norte-americano em Jerusalém, David Friedman, participou numa cerimônia de "abertura" do caminho no passado Domingo, revelando publicamente a importância que este tesouro histórico e arqueológico tem para os norte-americanos: "A Cidade de Davi é uma descoberta única no século de enorme significado histórico para muitos americanos, bem como para os israelitas. Foi por isso que eu vim. Não há qualquer mensagem política nisto."
 
E o embaixador foi ainda mais longe, contribuindo para a desmistificação das habituais mentiras palestinianas, tão convincentes para a ONU e para a União Europeia: "A Cidade de David traz verdade e ciência ao debate que tem há demasiado tempo sido manchado por mitos e decepções. Os seus achados, na maioria das vezes por arqueólogos seculares, trazem um fim aos infundados esforços para negar o facto histórico da antiga ligação de Jerusalém ao povo judeu."
 
Fonte: Shalom, Israel! 

ESPIRITUALIDADE DE BOSTA - Por Hermes C. Fernandes


É preferível enfiar a cara no vaso sanitário e dar descarga, deixando afogar suas mágoas e ódio a ser batizado em um batistério luxuoso que mais parece uma jacuzzi de motel e continuar odiando e nutrindo todo tipo de preconceito, e ainda ter a audácia de justificar sua perversidade em seu fundamentalismo religioso. Precisamos de um batismo de consciência!
É preferível vociferar palavrões com sinceridade a destilar o veneno da falsidade com palavras bajuladoras ou ficar repetindo jargões religiosos como se fossem palavras de ordem capazes de forçar Deus a fazer o que não quer.
É preferível cantarolar canções seculares que falem de amor a arrotar uma santidade arrogante e discriminatória, entoando louvores que estimulem revanche e ostentação em nome da fé ou mantras gospel repetidos à exaustão que nos privam de qualquer senso crítico, colocando nossa inteligência em suspensão. Não precisamos de algo que nos instigue os sentidos, mas que dê sentido à nossa existência. Não algo que nos embale, mas que nos desperte.
Há mais comunhão em uma mesa de bar do que numa roda de fofoca, mesmo quando esta é chamada de círculo de oração. Sob o sagrado manto de "pedido de oração" reputações são destruídas, relacionamentos arruinados, sonhos ridicularizados.
Há mais dignidade numa casa noturna que entrega o que anuncia do que numa igreja hipster descolada, que esconde por trás de seu invólucro moderninho recheado de gírias o mesmo discurso fétido que em vez de espalhar o perfume de Cristo, infesta o mundo com o odor da naftalina de tradições e crendices há muito superadas. É mais honroso as irmãzinhas de coque e os varões de ternos surrados do que a galera dos piercings e das calças rasgadas nos joelhos, mas com o coração empedernido.
A liturgia que agrada a Deus é a que inclui o excluído, que empodera os explorados e oprimidos, que dá voz aos sufocados, que abate os poderosos e os faz suplicar pela misericórdia divina reconhecendo seus descaminhos.
A vida do outro é o altar onde oferecemos a Deus os únicos sacrifícios que o agradam. Partilhar experiências, repartir nosso próprio pão, oferecer nossos dons ao serviço do bem comum é a eucaristia que mantém coeso e saudável todo o corpo.
Não se atreva a colocar palavras em minha boca. Em momento algum estou defendendo um estilo de vida contrário ao proposto por Jesus, e sim, denunciando nossas idiossincrasias e mania de julgar o mundo como se a ele fôssemos superiores. Que Deus aja conosco com o mesmo rigor com que queremos que aja com o mundo.

Bolsonaro e a marcha para o capeta


 As coisas andam tão confusas e os valores tão invertidos que até o a capeta estava na marcha para "Jesus" .

Bolsonaro estava presente ao lado do "bispo" Hernandes, aquele que puxou uns anos de prisão nos EUA por evasão fiscal ao tentar entrar com 100 mil dólares escondido na roupa.

Valdomiro Santiago dentre outros vendilhões da fé também estavam presentes, ao lado deles Bolsonaro fez sinal de arminha e foi ovacionado pela multidão de evanjegues. Uma cena lamentável que expõe as entranhas do mundo evangélico atual.

Eu suplico perdão divino por essa grande abominação e que Deus tenha misericórdia desses capetas que estão brincando e profanando o nome Santo de Jesus de Nazaré.

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Renato Barbosa





Qual é a diferença entre o Monte das Oliveiras e o Jardim do Getsêmani?

Os autores dos Evangelhos se referiam ao mesmo lugar?

Lemos no Evangelho de São Marcos que, depois da Última Ceia, Jesus e Seus discípulos “foram para o lugar chamado Getsêmani, e Jesus disse a seus discípulos: Sentai-vos aqui, enquanto vou orar” (Marcos 14, 32). Já no Evangelho de Mateus está escrito que “depois do canto dos Salmos, dirigiram-se eles para o monte das Oliveiras” (Mateus 26, 30).

Mas será que o Jardim do Getsêmani e o Monte das Oliveiras são o mesmo lugar?


Monte das Oliveiras faz parte da pequena cadeia montanhosa que separa Jerusalém do deserto da Judeia. Ele é uma colina rochosa situada “do outro lado da torrente do Cedron” (cf. Jo 18, 1), a leste da cidade e já fora das suas muralhas, no caminho para Betânia.
Jardim do Getsêmani, por sua vez, se localiza ao sopé do Monte das Oliveiras. O seu nome, do aramaico Gat Shmānê, significa “prensa de azeite”: era um horto em que se extraía o azeite a partir do fruto das oliveiras abundantes na área.
Portanto, depois da Última Ceia, Jesus e Seus discípulos foram, sim, ao Monte das Oliveiras, mais especificamente ao Jardim do Getsêmani que fica na sua base.




Por que há demônios esculpidos nas catedrais de Notre-Dame e Sevilha?

No tempo em que essas catedrais foram erguidas tinha-se bem presente uma verdade sobre o diabo que hoje anda esquecida

Não apenas as catedrais de Notre Dame de Paris e de Sevilha têm demônios esculpidos na fachada. Todas as catedrais medievais os trazem. E não só na fachada, mas também no interior, esculpidos, pintados ou nos vitrais. E não apenas as catedrais: as igrejas dos Séculos XI ao XIV os representam em múltiplas formas e aspectos. Era um hábito muito salutar dos construtores das igrejas de então. Por quê?
Naquele tempo os livros eram raros. A Santa Igreja utilizava seus edifícios sagrados para instruir os fiéis a respeito das verdades da Fé. Assim, as fachadas são cheias de cenas bíblicas, de símbolos históricos, de personagens de legenda. Nelas se vêm fatos cotidianos referentes à vida profissional, à vida de família, religiosa ou guerreira – a Igreja com isso ensinava os comportamentos virtuosos e condenava os maus hábitos. Vêm-se os eleitos entrando na glória eterna e os condenados sendo lançados no fogo eterno, bem como alegorias evocando virtudes e vícios. Entre as evocações dos vícios estão os demônios.
Na igreja que frequento em Paris – Saint Julien le Pauvre – vê-se, no interior, um demônio no alto da ogiva, exatamente sobre o altar do celebrante. Como um gato, pronto a dar um bote, com cara de esperto e aliciador, o demônio encara o público. É o demônio da distração. Aqueles que não assistem à Santa Missa atentamente põem-se ao alcance de seu bote. E é incrível: quando nos distraímos durante a celebração e o olhar perdido vagueia pela igreja, os olhos caem invariavelmente sobre ele. Não há então quem não se corrija, voltando a atenção à celebração. Sabedoria da Igreja. Em Notre Dame os demônios mais famosos são em forma de gárgulas; isto é; terminais das canaletas que lançam na rua a água de chuva, escorrida dos telhados. São medonhos. Neste momento a França se encontra sob fortes chuvas.
A Bretanha foi inundada, os rios transbordam. Outro dia, mostrava a catedral a amigos brasileiros e chovia. Do lado de fora esses demônios despejavam água sobre as calçadas, espirrando em todos, impedindo-nos assim de contemplar os belos detalhes das fachadas laterais. Se não fossem esses demônios, as canaletas levariam as águas até os esgotos, e nós tranquilamente terminaríamos a visita. O demônio só atrapalha. Fizemos um ato de detestação a ele: é o que a Igreja deseja. Seu objetivo, colocando ali aquelas figuras monstruosas estava alcançado: escapar de satanás e de suas tentações. Mais uma vez, sabedoria da Igreja.
O clero do tempo da catedrais tinha bem presente uma verdade hoje esquecida: a maior esperteza do demônio consiste em fazer crer que ele não existe. Recentemente ouvi um sermão dizendo que, se o Inferno existe, deve estar vazio. Veja como o sentimentalismo mole daqueles que não quererem se compenetrar de que esta vida é um combate, conduz a clamorosos erros contra a Fé. Isso se dá até mesmo com personagens que deveriam ensinar a verdade inteira. E esses demônios são hediondos. Nada têm dos demoninhos engraçadinhos, do tipo Brasinha, que se vêm com frequência por aí, fazendo gracinhas. Os tempos de fé não mascaravam a hediondez dos infernos.
Por Dr. Nelson Fragelli, traduzido por Nelson Barreto

Arqueólogos descobrem ruínas do que seria a igreja cristã mais antiga do Egito

Por estar em uma cidade portuária, a equipe acredita que este foi o primeiro local de evangelização no Mediterrâneo

Uma escavação das ruínas de uma antiga basílica cristã levou à descoberta do que os especialistas acreditam ser a igreja cristã mais antiga do Egito. A equipe, liderada pelo Dr. Krzysztof Babraj, do Museu de Arqueologia de Cracóvia, está esperançosa de que o novo sítio arqueológico possa oferecer novos insights sobre a disseminação do Cristianismo através do Egito e da área circundante do Mediterrâneo.
Segundo o site First News, a equipe polonesa trabalha desde 2000 no local das ruínas, no antigo porto de Tide, que servia a cidade de Alexandria. Eles, inclusive, já desenterraram uma capela funerária no mesmo local, o que rendeu uma das maiores coleções de fragmentos de cerâmica já encontrados no Egito.
Durante o apogeu do Império Romano, Marea serviu como uma movimentada cidade portuária no Lago Maeortis, agora conhecido como Lago Mariout. O porto estava a serviço de Alexandria e foi identificado por fontes sobreviventes como uma comunidade urbana rica, que entrou em declínio após a conquista árabe do Egito e acabou sendo abandonada após um terremoto.
A equipe diz que os restos da igreja que estão sob a basílica datam de meados do século IV. O Dr. Krzysztof declarou ao First News:
“No final da última temporada de pesquisas, encontramos sob o piso da basílica os restos de uma parede, que se revelaram ser as paredes externas de uma igreja ainda mais antiga. Este é um dos mais antigos templos cristãos descobertos no Egito até agora.”
Descobriu-se que a igreja que está debaixo da basílica foi construída com paredes em forma de cruz. As câmaras do edifício estavam completamente cheias de detritos da basílica arruinada e não foram exploradas até agora.
Com uma área de 22 por 13 metros, a igreja era ricamente ornamentada por azulejos policromados. Como a igreja foi construída a partir de calcário, a equipe foi capaz de determinar a idade do local a partir dos testes com a cerâmica encontrada dentro dela. 
Se a data estiver correta, isso significaria que a antiga igreja seria do tempo em que Roma adotou o Cristianismo pela primeira vez. O fato de aparecer em uma cidade portuária de alto tráfego torna isso ainda mais significativo, pois pode ter sido um dos primeiros centros de evangelização do Mediterrâneo.

Segredos da antiga cidade de Jericó


Arqueólogos russos retomaram escavações na parte bizantina de Jericó e descobriram que a cidade foi habitada muito antes do imaginado. A assessoria de imprensa do Instituto de Arqueologia da Academia de Ciências da Rússia conta sobre as últimas descobertas e conclusões científicas.
Segundo Leonid Belyaev, chefe da expedição russa em Jericó, as escavações têm sido realizadas desde 2010 no local onde a lendária Jericó bíblica estava localizada – cidade cujas muralhas, segundo a Bíblia, foram derrubadas por Josué aos gritos.
"Estávamos convencidos de que sob o monumento do período bizantino tardio havia outro edifício com boas paredes largas feitas de tijolo. É provavelmente parte de um mosteiro ou de uma mansão. Talvez, a propriedade foi construída na época da Roma Antiga, mas esta versão requer mais pesquisas", afirmou Belyaev.
Belyaev explica que sua equipe estava interessada não nas antigas partes judaicas de Jericó, que já foram estudadas por historiadores e arqueólogos estrangeiros, mas em sua parte bizantina. A cidade foi um dos centros comerciais e religiosos nos primórdios do Império Bizantino, tendo o patrimônio bizantino deixado na Palestina ganhado interesse de arqueólogos não muito tempo atrás, nas últimas três décadas do século XX.
As primeiras escavações, que os cientistas russos realizaram em Jericó entre 2010 e 2013, trouxeram muitas descobertas interessantes. Arqueólogos descobriram um sistema único de abastecimento de água da cidade, bem como um sistema de purificação de água do lixo.
Além disso, eles confirmaram que no seu território o açúcar era de fato produzido e até encontraram vestígios em um mosaico dentro das paredes do edifício, onde eram fervidos maltrodextrina e o lendário "bálsamo de Galaad", que curava feridas. Recentemente, como Belyaev observou, a expedição retomou o trabalho e novas escavações mostraram inesperadamente que a Jericó bizantina tem uma história muito mais profunda, rica e complexa do que os historiadores pensavam originalmente.
Os cientistas concentraram seus esforços em dois objetos - uma grande "fábrica" de cerâmica, que existia em diferentes versões durante os reinados de Roma, Bizantino e dos árabes, e as alegadas ruínas de um palácio ou mosteiro de pedra, cujas paredes estavam cobertas por mosaicos. Seus fragmentos foram encontrados por arqueólogos no ano passado e eles foram capazes de restaurar alguns dos padrões.
No território, arqueólogos descobriram um sistema de tanques e hidrovias, vários vestígios de produção de cerâmica, vidros, artefatos religiosos, fornalha para queima de cerâmica e muitos outros artefatos, incluindo moedas que englobam as que foram cunhadas durante a vida dos contemporâneos de Jesus Cristo.
Além disso, Belyaev e sua equipe encontraram vestígios dos edifícios mais antigos, presumivelmente da época da Roma Antiga. A história da construção deles continua sendo um mistério por causa do pequeno número de artefatos encontrados no território. Como observado pelo arqueólogo, os russos não encontraram nada de "romano", exceto algumas moedas e vasos de pedra.
"De qualquer forma, enfrentamos agora um quadro mais complexo e vívido da Palestina, o que é muito interessante: a era do surgimento do cristianismo, do início do Império Bizantino e do início do Islã, períodos que são extremamente importantes para a nossa cultura", conclui Belyaev.
Arqueólogos têm estudado as ruínas de Jericó por um século e meio, mas os cientistas russos não participaram desse processo por mais de 100 anos depois que a sociedade ortodoxa palestina do Império Russo deixou de existir. Império Russo recebeu uma parte do território do oásis de Jericó como um presente da missão espiritual russa em Jerusalém no final do século XIX. As primeiras escavações foram realizadas em 1891.
Em 2008, Palestina devolveu o local à Rússia, e foi decidido criar um complexo de parques-museu. Durante e após a construção, escavações arqueológicas foram realizadas sob a liderança de Belyaev e com a participação de pesquisadores do Instituto de Arqueologia da Academia de Ciências da Rússia.
Fonte: Sputnik

A origem do termo Cristãos na Bíblia


PORTÃO DA ÉPOCA DO REI DAVI É ENCONTRADO NA CIDADE BÍBLICA DE BETSAIDA



A descoberta sugere a existência de outros governantes na época do Rei dos Israelitas

Após três décadas de escavação, arqueólogos da Universidade de Nebraska encontraram na cidade bíblica de Betsaida um portão que remonta ao tempo de Davi, entre 11 e 10 a.C. O achado oferece um vislumbre das antigas civilizações do território, alterando o que se sabia sobre o reino de Israel.

Encontrado em uma colina rochosa com vista para o Mar da Galileia, em Israel, o portão é o mais antigo da área. "Não há muitos portões das capitais neste país a partir desse período", afirmou o arqueólogo-chefe Rami Arav, da Universidade de Nebraska, que supervisiona o projeto desde 1987.

“Betsaida era o nome da cidade durante o período do Segundo Templo, mas durante o Primeiro Templo ela era a cidade de Zer”, explicou Arav, citando uma parte da Bíblia que menciona as cidades fortificadas de Zer.

O portão recém-descoberto indica que o local já foi um centro urbano protegido e importante. Com o achado, os pesquisadores propõem que o rei Davi pode não ter sido o único governante da época, mas apenas um dos vários chefes locais. As ruínas ao redor do portão sugerem que ele fazia parte de um reino aramaico, e não israelita.

Os arqueólogos também encontraram uma estela de pedra com a imagem do deus da lua, datado do século 11 a.C., joias e moedas — uma delas datada de 35 a.C. e feita para comemorar a chegada de Cleópatra e Marco Antônio ao território.

Após o início do projeto de escavação e de sua identificação como um local bíblico, no final dos anos 80, multidões de peregrinos cristãos têm visitado Bethsaida por sua importância no livro sagrado.

Reforma da previdência é coisa do Diabo

Acampamentos de Israel desde o Egito – Números 33


Neste capítulo 33º de Números nós temos o registro das jornadas e dos acampamentos dos israelitas desde a saída do Egito, até a entrada em Canaã. Eles foram 42 ao todo, com o registro de determinados eventos notáveis que aconteceram em alguns desses lugares.
 O texto nos dá conta que os israelitas, quando foram libertados do Egito, haviam saído a partir de Ramessés, uma das cidades que estavam construindo na condição de escravos.
O registro do término das jornadas deste capítulo dá-se nas planícies de Moabe, onde Israel estava acampado quando da escrita do mesmo.
Nos versos 38 e 39 é informado que Arão morreu aos 123 anos de idade no monte Hor, no primeiro dia do quinto mês do quadragésimo ano, depois da saída de Israel do Egito.
Nos versos 50 a 56 o Senhor ordenou aos israelitas, através de Moisés, quando se encontravam nas planícies de Moabe, que quando houvessem atravessado o Jordão, para entrarem em Canaã, deveriam lançar fora todos os cananeus e destruir todos os seus ídolos de pedra e de fundição, bem como os seus altares, e tomariam a terra em possessão para nela habitarem, pois lhes fora dada por Ele por herança.
A distribuição da terra deveria ser feita por sortes, e o tamanho da herdade deveria ser proporcional ao tamanho das famílias, nas respectivas tribos. 
O Senhor lhes fez uma advertência que caso não lançassem fora os habitantes da terra, eles viriam a  ser como espinhos nos seus olhos, e lhes perturbariam quanto à devoção e consagração que deveriam ter a Ele, cumprindo os Seus mandamentos, e assim, faria aos israelitas aquilo que Ele havia determinado que deveria ser feito aos cananeus.
O registro de todas estas jornadas e acampamentos demonstram que o Senhor havia conduzido Israel até àquele ponto, e o continuaria fazendo, como o Supremo Pastor do Seu rebanho, e se valendo da instrumentalidade de pastores auxiliares como Moisés, Arão, Josué e outros homens de valor que, pela Sua graça, havia levantado e continuaria levantando, para conduzir o Seu povo, especialmente, a viver para a Sua exclusiva glória. 
No final do nosso comentário, relativo ao capítulo 27, nós vimos o cuidado pastoral de Moisés com Israel, e o modo como ele se preocupou em que o Senhor levantasse um novo pastor depois da sua morte, para que conduzisse os israelitas em Canaã.
Deus marcou que assim como a liderança de Moisés era mediante o Espírito, esta deveria continuar com Josué em quem também havia o Espírito (v. 18), porque na verdade o Espírito que constitui os líderes sobre o rebanho do Senhor, é o mesmo Espírito que os usa como canais para que a vontade de Deus seja feita.


“1 São estas as jornadas dos filhos de Israel, pelas quais saíram da terra do Egito, segundo os seus exércitos, sob o comando de Moisés e Arão.
2 Moisés registrou os pontos de partida, segundo as suas jornadas, conforme o mandado do Senhor; e estas são as suas jornadas segundo os pontos de partida:
3 Partiram de Ramessés no primeiro mês, no dia quinze do mês; no dia seguinte ao da páscoa saíram os filhos de Israel afoitamente à vista de todos os egípcios,
4 enquanto estes enterravam a todos os seus primogênitos, a quem o Senhor havia ferido entre eles, havendo o senhor executado juízos também contra os seus deuses.
5 Partiram, pois, os filhos de Israel de Ramessés, e acamparam-se em Sucote.
6 Partiram de Sucote, e acamparam-se em Etã, que está na extremidade do deserto.
7 Partiram de Etã, e voltando a Pi-Hairote, que está defronte de Baal-Zefom, acamparam-se diante de Migdol.
8 Partiram de Pi-Hairote, e passaram pelo meio do mar ao deserto; e andaram caminho de três dias no deserto de Etã, e acamparam-se em Mara.
9 Partiram de Mara, e vieram a Elim, onde havia doze fontes de água e setenta palmeiras, e acamparam-se ali.
10 Partiram de Elim, e acamparam-se junto ao Mar Vermelho.
11 Partiram do Mar Vermelho, e acamparam-se no deserto de Sim.
12 Partiram do deserto de Sim, e acamparam-se em Dofca.
13 Partiram de Dofca, e acamparam-se em Alus.
14 Partiram de Alus, e acamparam-se em Refidim; porém não havia ali água para o povo beber.
15 Partiram, pois, de Refidim, e acamparam-se no deserto de Sinai.
16 Partiram do deserto de Sinai, e acamparam-se em Quibrote-Hataavá.
17 Partiram de Quibrote-Hataavá, e acamparam-se em Hazerote.
18 Partiram de Hazerote, e acamparam-se em Ritma.
19 Partiram de Ritma, e acamparam-se em Rimom-Pérez.
20 Partiram de Rimom-Pérez, e acamparam-se em Libna.
21 Partiram de Libna, e acamparam-se em Rissa.
22 Partiram de Rissa, e acamparam-se em Queelata.
23 Partiram de Queelata, e acamparam-se no monte Sefer.
24 Partiram do monte Sefer, e acamparam-se em Harada.
25 Partiram de Harada, e acamparam-se em Maquelote.
26 Partiram de Maquelote, e acamparam-se em Taate.
27 Partiram de Taate, e acamparam-se em Tera.
28 Partiram de Tera, e acamparam-se em Mitca.
29 Partiram de Mitca, e acamparam-se em Hasmona.
30 Partiram de Hasmona, e acamparam-se em Moserote.
31 Partiram de Moserote, e acamparam-se em Bene-Jaacã.
32 Partiram de Bene-Jaacã, e acamparam-se em Hor-Hagidgade.
33 Partiram de Hor-Hagidgade, e acamparam-se em Jotbatá.
34 Partiram de Jotbatá, e acamparam-se em Abrona.
35 Partiram de Abrona, e acamparam-se em Eziom-Geber.
36 Partiram de Eziom-Geber, e acamparam-se no deserto de Zim, que é Cades.
37 Partiram de Cades, e acamparam-se no monte Hor, na fronteira da terra de Edom.
38 Então Arão, o sacerdote, subiu ao monte Hor, conforme o mandado do Senhor, e ali morreu no quadragésimo ano depois da saída dos filhos de Israel da terra do Egito, no quinto mês, no primeiro dia do mês.
39 E Arão tinha cento e vinte e três anos de idade, quando morreu no monte Hor.
40 Ora, o cananeu, rei de Arade, que habitava o sul da terra de Canaã, ouviu que os filhos de Israel chegavam.
41 Partiram do monte Hor, e acamparam-se em Zalmona.
42 Partiram de Zalmona, e acamparam-se em Punom.
43 Partiram de Punom, e acamparam-se em Obote.
44 Partiram de Obote, e acamparam-se em Ije-Abarim, na fronteira de Moabe.
45 Partiram de Ije-Abarim, e acamparam-se em Dibom-Gade.
46 Partiram de Dibom-Fade, e acamparam-se em Almom-Diblataim.
47 Partiram de Almom-Diblataim, e acamparam-se nos montes de Abarim, defronte de Nebo.
4e seu pai. de Moabe, junto ao Jordão, na altura de Jericó;
49 isto é, acamparam-se junto ao Jordão, desde Bete-Jesimote até Abel-Sitim, nas planícies de Moabe.
50 Também disse o Senhor a Moisés, nas planícies de Moabe, junto ao Jordão, na altura de Jericó:
51 Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando houverdes passado o Jordão para a terra de Canaã,
52 lançareis fora todos os habitantes da terra de diante de vós, e destruireis todas as suas pedras em que há figuras; também destruireis todas as suas imagens de fundição, e desfareis todos os seus altos;
53 e tomareis a terra em possessão, e nela habitareis; porquanto a vós vos tenho dado esta terra para a possuirdes.
54 Herdareis a terra por meio de sortes, segundo as vossas famílias: à família que for grande, dareis uma herança maior, e à família que for pequena, dareis uma herança menor; o lugar que por sorte sair para alguém, esse lhe pertencerá; segundo as tribos de vossos pais recebereis as heranças.
55 Mas se não lançardes fora os habitantes da terra de diante de vós, os que deixardes ficar vos serão como espinhos nos olhos, e como abrolhos nas ilhargas, e vos perturbarão na terra em que habitardes;
56 e eu vos farei a vós como pensei em fazer-lhes a eles.” (Nm 33.1-56).